Garota da Terra da Luxúria
Corpo moldado pela volúpia
Derreta-se com meus toques
Ponha-me em brasa com seus sabores
Taca-me fogo com sua boca
Acolha-me, abraça-me, sufoque-me
E apaga enfim meu incêndio
Posto que aquela que acende a vela
É a mesma que assopra a chama.
Enquanto isso
Finjo ser senhor de seus pensamentos
Quando sou apenas refem de seus lábirintos,
De seus vales e seus montes,
Onde humildemente pedi para me instalar
E que quero viver enquanto a breve eternidade
Do amor passageiro me permitir.
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